Teresa Rodrigues, ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), é denunciada por nepotismo, amiguismo no funcionamento do ministério que dirige

 


Nomeada em 2022 para liderar o MAPTSS, Teresa Rodrigues, segundo relatos partilhados por trabalhadores e funcionários ligados ao edifício na zona da Cidadela, terá transformado o ministério num espaço onde predominam interesses pessoais e redes de relações próximas. As alegações sustentam que as oportunidades internas — incluindo procedimentos relacionados com atribuição de apoios e habitação — teriam beneficiado sobretudo familiares e amigos próximos.


De acordo com a denúncia, os apartamentos teriam sido atribuídos preferencialmente a pessoas do círculo de Teresa Rodrigues, enquanto funcionários mais antigos e sem ligações pessoais continuam a lutar por acesso a habitação condigna. Os denunciantes apontam ainda para uma alegada falta de transparência nos critérios de atribuição e para um clima de favorecimento no interior da estrutura.


Paralelamente, é referido um novo motivo de contestação: os trabalhadores e reformados alegam reclamações associadas a descontos realizados nos seus salários e pensões. A denúncia cita que muitos reformados têm apresentado queixas relacionadas com descontos que consideram indevidos ou pouco esclarecidos.


Face a estes factos, os denunciantes exigem uma audiência e fiscalização por parte do Tribunal de Contas, com foco específico na Caixa Social dos Reformados. O pedido surge na sequência do que descrevem como “crescentes preocupações” sobre a legalidade e a correção dos descontos efetuados, bem como a necessidade de apurar responsabilidades e esclarecer procedimentos.


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