CANDIDATA A SECRETÁRIA-GERAL DA OMA: GRACIETE DOMBOLO SUNGUA



A OMA chega a um ponto decisivo da sua história.

Já não precisa de aprender a organizar-se.

Precisa de quem saiba conduzi-la.


Num contexto de crescente complexidade social, institucional e política, a Organização não pode entregar a sua direcção estratégica à improvisação. Liderar a OMA é exercer poder real, com responsabilidade, método e capacidade de decisão.


É neste momento que se afirma a candidatura de Graciete Dombolo Sungua.


Vantagens reais para a OMA


Autoridade orgânica incontestável

Mais de três décadas de militância activa, com um percurso construído da base ao topo. Exerceu funções sensíveis nas áreas da disciplina, auditoria, estatutos e processos orgânicos, conhecendo profundamente os mecanismos internos da Organização e do Partido.


Blindagem estatutária e institucional

Detém domínio efectivo das regras, dos procedimentos e das normas que regem a vida orgânica da OMA. O seu papel central em comissões estratégicas e no 8.º Congresso da Organização demonstra confiança política e capacidade de conduzir processos complexos com rigor e equilíbrio.


Alinhamento sólido com o MPLA e a sua liderança

A sua visão está plenamente alinhada com o MPLA enquanto projecto político, com a disciplina partidária como valor estruturante e com a liderança do Camarada Presidente João Lourenço, particularmente no compromisso com a promoção da mulher angolana e o fortalecimento das instituições.


Graciete Dombolo Sungua não aprende a liderar a OMA.

Conhece os seus limites, as suas forças e as decisões difíceis que precisam de ser tomadas.


Não se apresenta como símbolo.

Apresenta-se como direcção.


É a liderança que o momento exige.

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