Mafia e corrupção no MAPTESS



Não é vontade nossa fazer este tipo de posicionamento ou manifestações mas esta reação é fruto das acções daqueles que dizem nos liderarem. Como instituição, organização estamos a falhar e o pior é que não temos a honestidade nem a decência de aceitar este facto os complexos, vaidade e a ganância nos cegam.


Enquanto a ENAPP for o contentor de lixo da parturiente MAPTESS esta instituição estará condenada ao fracasso, sai um gestor entra outro tudo farinha do mesmo saco e quando temos algum que presta nunca demora no posto é logo exonerado e como se não bastasse sempre pessoas amigas, parente ou amantes de um ex-ministro ou coisa parecida e estes por sua vez arrogando-se do compadrio que lhes é característico de quem os arremessa acabam dando seguimento as suas praticas de desvio de verbas, exclusão, lavagem dos dinheiros, tudo uma cambada de sangue sugas que incansavelmente maltratam os trabalhadores como se estes fossem os potenciais beneficiários das roubalheiras ou suas propriedades.


A solução de muitos problemas que nos afligem hoje jamais será a contratação de novos quadros para cada gestor que se faça presente, muito menos ignorar aquilo que encontram e fazer melhor também não conseguem nem valorizar os poucos que as instituições criam, visto que (Quantidades não significam qualidades) abster-se dos vícios nepotistas, amiguismo, cabritismo. Se hoje somos tantos mas não conseguimos fazer o muito que poucos faziam em cada uma das extintas instituições são indícios claros de que algo vai mal (não fortalecerás os fracos se enfraqueceres os fortes).


Assim como também não é segredo para ninguém que existem quadros qualificados mas a desmotivação tomou conta da larga maioria por responsabilidade dos que gerem a Instituição;


- A falta de reconhecimento é visível;


- Desorganização interna é Idem;


- Perseguição dos técnicos pelos seus superiores;


- Gestão desagradável (verdade seja dita os competentes ainda não tem espaço, os técnicos continuam a abandonar a instituição não vislumbram um futuro promissor);


- Relacionamento não é saudável (o secretismo naquilo que diz respeito a todos é o prato do dia, as pessoas perderam a confiança);


- Não existe prazer e nem amor por parte dos trabalhadores naquilo que fazem, porque muitos estão em certos lugares por obrigação e outros por conveniência.


- Verdade seja dita que as injustiças elaboradas na gestão anterior e com a cumplicidade de muitos, ainda não foram sanadas continuando com a crise de valores, reputação beliscada que granja dentro e fora, continuamos assistindo uma total desvalorização dos quadros antigos em detrimento dos novos que por sinal acabam carecendo do ensinamento daqueles que queremos jogar na sargeta, este comportamento descredibiliza e desencoraja o funcionamento no que toca a qualidade e não só, quem domina o trabalho é posto de lado, (a titulo de exemplo a maioria dos quadros tanto os que já abandonaram assim como os poucos que ficaram reina a decepção daquilo que se transformou a Instituição), gestão injusta e depois queremos que os trabalhadores vistam a camisola.


Reconhecemos que a actual gestão estava a começar bem algumas melhorias comportamentais a considerar, assim como uma minoria de trabalhadores que tiveram um reconhecimento é de louvar mas seria de bom grado que fosse a maioria, uma vez que esta foi a mais prejudicada o reconhecimento deva ser prioridade de qualquer organização, ao enxergarmos o orgulho do ontem de ai ter estado o hoje terá motivos de tudo fazer para que o amanhã venha ser melhor que ontem o que não é o caso, porque a maioria não se revê nesta casa, fruto do tratamento que lhes é ou foi dado e pelo que temos visto a nova PCA já esta alinhar-se a máfia da corrupção.


- Na nossa humilde sugestão excelência senhora presidente Drª Amelia Domingos evite dar ouvidos a certos administradores e directoras deste conselho pelo simples facto destes pertencerem a mesma escola de onde veio alguém que os selecionou como seus tentáculos e juntos dividiam para melhor reinarem, estes jamais lhe conduziram a terra prometida são eles: Dr. Isaac Chipalanga, Dr. Moreira Lopes assim como a Drª. Eva Guilherme.


Em conclusão podemos afirmar que a instituição só vive dificuldades no seu modo funcional em todos departamentos por simples opção de quem nos dirige e não por falta de técnicos qualificados em todos departamentos temos inconformidades de enquadramento, a pirâmide esta invertida: inexperientes no topo e experientes na base, deste jeito não se avança.


Estamos a colocar pessoas por conveniência e não por mérito;


Estamos a excluir pessoas capacitadas para melhor desvio do erário público;


ESTAMOS A REGREDIR POR OPÇÃO


O Colectivo de trabalhadores de A, Z agradece.

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